Me diga

Me diga o que te faz chorar, cantar, rir.

Me conte o que te faz levantar todos os dias e seguir em frente mesmo cansado, mesmo com dor, mesmo só sobrevivendo.
Me diga qual sua música preferida, aquela que te faz sair da realidade e flutuar.
Me conte qual sua comida favorita, aquela que te faz salivar com ansiedade minutos antes de chegar na sua mesa.
Me diga o que te faz amar alguém ou deixar de ama-la e, saberei como te manter perto.
Distância nem sempre significa estar longe fisicamente, eu posso estar do seu lado e ainda estar distante.
Me dê 5 minutos de conversa verdadeira e eu saberei escrever sobre você.
-Gabriele

Rifa em prol do tratamento da depressão

Olá pessoal, estou fazendo uma rifa valendo 3 vestidos de festa para ajudar nos custos do meu tratamento da depressão, cada número custa 5 reais, o pagamento pode ser efetuado através da minha conta da caixa econômica ou do pagbank.
Quem não puder ajudar comprando, ajude divulgando por favor
Os números vão de 01 a 200

Caixa econômica federal
Ag: 0998
Op: 013
Conta:00178879-4

Aqui estão os dados da minha conta PagBank – PagSeguro!
Banco: 290 – PagSeguro Internet S.A.
Agência: 0001
Número da conta: 19898723-2
Tipo: Conta de pagamento

Elogios e a dor envolvida neles

Aceitar elogios é uma coisa difícil, nem sempre estamos preparados pra ouvir o quanto somos bons ou o quanto somos excelentes em tudo que fazemos. Nem sempre estamos preparados para ouvir um “você é linda”, “você é inteligente”, nem sempre estamos preparados para ouvir o quão incríveis estamos sendo com alguém pelo simples fato de ouvi-lo. Aceitar elogios também dói, dói porque é difícil aceitar que somos bons em algo, né!? Dói porque a gente pensa que não é suficiente, não é bom o bastante e vem alguém e diz algo contrário, dói ser contrariado quando temos certeza de que não merecemos aquele elogio, mas olha só, nós merecemos, nós merecemos todo o amor do mundo, basta percebermos isso e descobrirmos que também somos dignos de elogios assim como os outros são.
-Gabriele

Ser gentil consigo mesma

Ser gentil comigo mesma é um exercício difícil, assim como a autora disse no livro, é difícil perceber que estamos sendo injustas com nós mesmas, é difícil olhar para si e dizer: “caraca, pq estou me tratando assim?”, porquê estou sendo tão injusta e cruel comigo sendo que não faço isso com os outros, porquê eu sou diferente deles e mereço ser tratada assim? São questionamentos que surgem como socos na boca do estômago, doem no início e no final também, doem muito.

Dói saber que valorizamos mais os outros do que nós mesmos, dói saber que o que o outro faz tem mais valor que o que nós fazemos, mesmo que seja a mesma coisa, dói saber que isso virou automático e tudo deixou de ser importante, que esse autocuidado deixou de existir e nós nem percebemos.

-Gabriele